Destination wedding em Braga:o casamento de Nicole e Arthur no Oboé

A maioria dos convidados veio do Brasil, ficou hospedada no centro de Braga e aproveitou alguns dias na cidade. Foi um casamento pequeno, cheio de detalhes e exatamente o tipo de destination wedding em Braga que eu acredito que a cidade pode receber tão bem.

Quando Nicole e Arthur decidiram fazer o casamento no Oboé, uma das coisas que achei mais interessantes foi justamente o facto de a maioria dos convidados vir do Brasil. Eles ficaram hospedados no Vila Galé, no centro de Braga, e começaram a encontrar-se por lá ainda na véspera do casamento.

Gosto muito dessa ideia porque, para mim, destination wedding é isso. Não é só escolher um lugar fora da cidade onde se vive, fazer a festa e ir embora.

É aproveitar a viagem. É ter tempo de encontrar os amigos, jantar juntos, caminhar pela cidade e fazer com que o casamento seja parte de alguns dias especiais.

E foi exatamente o que aconteceu.

Na véspera, Braga já estava em festa

O casamento seria no dia seguinte, mas Braga estava particularmente movimentada. A Noite Branca aconteceria um dia depois do casamento de Nicole e Arthur e o centro da cidade já estava cheio de preparativos. Palcos a serem montados, estruturas a chegar, ruas a começar a mudar.

Os convidados saíram juntos para jantar e puderam conhecer um pouco dessa Braga que, naquele fim de semana, estava ainda mais viva.

Entretanto, no Oboé, nós estávamos a fazer o mesmo do nosso lado. A preparar a nossa festa.

E essa é uma parte dos eventos que eu gosto muito e que quase nunca aparece nas fotografias finais. Antes de tudo ficar bonito existe um trabalho enorme.

Tivemos as reuniões para conferir toda a cronologia do evento. Quem entra quando, horários da cerimónia, serviço, cozinha, sala, música, bolo, mudanças de ambiente.

Depois começa a transformação de verdade. Montagem do altar, preparação dos backdrops, layout das mesas, separação das louças, taças e talheres, mise en place da cozinha, mise en place da sala, flores a chegar, detalhes a serem conferidos.

Eu gosto de acompanhar isso de perto, porque é nessa hora que aquilo que estava no papel começa a existir.

No dia seguinte, quando o convidado entra, vê tudo pronto. E precisa mesmo de parecer natural.

Mas para parecer fácil, muita gente trabalhou antes.

No dia do casamento, o Oboé estava completamente diferente

Essa talvez seja uma das coisas que mais me encantam em trabalhar com eventos. Eu entro no Oboé praticamente todos os dias e, ainda assim, dependendo do casamento ou da festa, parece outra casa.

No casamento de Nicole e Arthur usámos muito branco, verde, flores e velas. Tudo muito leve.

Eu não queria uma decoração exagerada. Queria que continuasse a ser elegante, mas que os noivos fossem o centro de tudo.

A cerimónia foi intimista, com os convidados muito próximos. E isso muda completamente a atmosfera. Conseguimos ver as pessoas, as reações, aquele olhar de alguém da família, uma risada, alguém a tentar segurar a emoção.

Eu gosto muito de casamentos assim.

E a noite foi mudando junto com os espaços

Outra coisa que funciona muito bem no Oboé é não ser preciso fazer o evento inteiro dentro da mesma sala. A cerimónia termina e a noite pode ganhar outra energia.

Vêm os brindes, as fotografias, a mesa, a gastronomia, o bolo, a música. Depois vem a festa.

E os convidados não precisam de sair, entrar em carros e começar tudo de novo noutro lugar. Eles simplesmente continuam a viver a noite.

Isso, para um destination wedding, é especialmente confortável porque boa parte das pessoas não conhece a cidade tão bem quanto os noivos. Quanto mais simples conseguimos tornar a logística, melhor.

Eu presto muita atenção nos detalhes

Quem me conhece sabe que eu reparo em louça, taça, flor, guardanapo, luz, disposição de mesa. Não consigo separar essas coisas. Para mim, tudo faz parte da forma como a pessoa se vai sentir naquele ambiente.

E eu também não gosto quando um casamento parece uma repetição do anterior. Nicole e Arthur tinham de se reconhecer ali.

Por isso cada decisão foi sendo feita a pensar neles, na dimensão do casamento e no clima que queríamos criar. O bolo, as flores, a cerimónia, as mesas, o jantar, a música.

Tudo precisava de conversar, mas sem ficar com aquela sensação de que alguém tentou combinar absolutamente tudo. Eu gosto quando parece bonito e natural.

Depois do casamento, eles ainda tinham Braga

Essa é provavelmente a parte que mais me interessa quando penso em destination wedding. A festa terminou, mas os convidados ainda tinham alguns dias pela frente. E estavam no centro de Braga.

Podiam sair do hotel e caminhar. Conhecer o Jardim de Santa Bárbara, ir ao Bom Jesus, visitar o Sameiro, conhecer as ruínas romanas, sentar-se para tomar um café sem precisar de nenhum grande planeamento. E ainda estavam na cidade durante a Noite Branca, o que tornou aquele fim de semana ainda mais especial.

Acho Braga fantástica para isso. É uma cidade fácil de viver, principalmente para quem vem pela primeira vez. Conseguimos conhecer muita coisa a caminhar e, ao mesmo tempo, tem história, gastronomia, igrejas, jardins e lugares lindos para visitar.

E teve uma coisa que achei muito divertida

Alguns dos convidados foram comer em restaurantes que tinham descoberto pelos meus vídeos no YouTube. Quando soube disso achei o máximo.

Porque há algum tempo venho a mostrar restaurantes e lugares de Braga que gosto de frequentar. E, naquele fim de semana, aqueles vídeos viraram roteiro de viagem para pessoas que tinham acabado de chegar do Brasil.

Isso deu-me uma sensação muito boa. O YouTube, o Oboé, os restaurantes da cidade e o casamento acabaram por se encontrar sem que ninguém tivesse planeado exatamente assim.

É este o destination wedding em Braga que eu imagino

Quando digo que acredito muito em destination weddings aqui, não estou a pensar apenas na festa. Estou a pensar nesse conjunto.

Os convidados chegam.

Ficam hospedados no centro.

Na véspera jantam juntos.

No dia seguinte acontece o casamento.

Depois continuam pela cidade, conhecem o Jardim de Santa Bárbara, o Bom Jesus, o Sameiro, descobrem restaurantes, passeiam pelo Centro Histórico.

E voltam para casa a lembrar não só do casamento, mas também de Braga.

Foi isso que aconteceu com Nicole e Arthur. Eles trouxeram pessoas importantes do Brasil para celebrar com eles. Nós tivemos o prazer de receber esse casamento no Oboé. E Braga fez o resto.

Para mim, é exatamente assim que faz sentido.

Oboé by Lu Marinho

Centro Histórico de Braga, em frente ao Theatro Circo

Casamentos, pré-weddings, destination weddings e celebrações privadas.

Se está a pensar casar em Braga e trazer amigos e familiares de fora, fale connosco. Vou adorar saber como imagina esses dias.